Subversivos e pornográficos: censura de livros e diversões públicas nos anos 1970
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Subversivos e pornográficos trata da censura aos livros durante a ditadura militar, uma das modalidades menos conhecidas da tentativa de controle que se abateu sobre a imprensa, as publicações e as diversões públicas no período, procurando destacar a existência de duas censuras distintas, uma voltada para as questões morais e outra para o plano mais estritamente político-ideológico.
A censura vinha sendo praticada no Brasil desde muito antes da ditadura militar, através do Serviço de Censura de Diversões Públicas (SCDP), criado em 1945. Com o endurecimento do regime militar, após 1968, os sistemas de repressão então criados enredaram o SCDP, que, por isso, teve de interagir com os órgãos de segurança e, sobretudo, de informações (nos anos 1970, o SCDP se tornaria DCDP, ganhando status de divisão).
Douglas Attila Marcelino pesquisou uma quantidade significativa de fontes em dois acervos: o fundo documental da extinta Divisão de Segurança e Informações do Ministério da Justiça (DSI/MJ) e os papéis remanescentes da DCDP, vinculada ao mesmo ministério. Esses foram dois dos primeiros acervos de “documentos secretos” sobre a ditadura militar disponibilizados no Brasil pelo Arquivo Nacional.
1º lugar no Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa, 2009
| Autor | Douglas Attila Marcelino |
|---|---|
| Editora | Arquivo Nacional |
| Série/Periódico | Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa |
| Volume | 27 |
| Edição | 1ª |
| Ano | 2011 |
| ISBN/ISSN | 978-85-60207-33-6 |
| Formato | Impresso |
| Dimensões | 17 x 25 cm |
| Páginas | 272 |


