Cores, marcas e falas: sentidos da mestiçagem no Império do Brasil
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Caboclos, brancos, mulatos, pretos, crioulos, pardos, caiados, fulos, cruzados, tisnados. Por que tantas palavras? O que designam? Que homens e mulheres suportaram essas marcas? A que procedimentos de classificação e identificação obedecem? Que códigos lhes fornecem inteligibilidade? Questões como essas, feitas pela própria autora, estão presentes no diálogo que estabelece com diferentes representações em torno da experiência da mestiçagem, entre as décadas de 1830 e 1860. O livro analisa os processos de construção de uma identidade nacional e de identidades sociorraciais nesse período, buscando desnaturalizar o processo de construção da identidade brasileira em suas relações com a noção de mestiçagem racial, recuperando sua historicidade.
"Baseado em pesquisa extensa e original, o trabalho surpreende pela forma inovadora com a qual aborda os processos de construção de uma identidade nacional e de identidades sociorraciais no Brasil Império. Segundo lvana: "De certa forma, a identidade é uma ilusão e uma contingência, apoiada exatamente na crença de que é uma verdade e uma necessidade". O brilho desta afirmação dá bem a medida da proposta de desnaturalizar o processo de construção da identidade brasileira em suas relações com a noção de mestiçagem racial, recuperando sua historicidade." - Hebe Mattos (prefácio)
Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa 2001
| Autor | Ivana Stolze Lima |
|---|---|
| Editora | Arquivo Nacional |
| Série/Periódico | Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa |
| Volume | 18 |
| Edição | 1ª |
| Ano | 2001 |
| ISBN/ISSN | 85-70090-66-8 |
| Formato | Impresso |
| Dimensões | 16 x 22 cm |
| Páginas | 228 |


